Tomar nos reservou surpresas até o final de nossa estada.
Consegui com o Padre autorização para fotografar o interior da Igreja de S. J. Batista, e com isto fica o registro de várias obras inigualáveis
Série original de quadros de Gregórios Lopes, dos maiores pintores portugueses de todos os tempos.
Estas obras são do séc XVI
A de baixo é a minha preferida. Abraão e Melquisedeque
A virgem, o púlpito esculpido em pedra e o lampadário templário
Mais um pouco das andanças por Tomar. Ruelas, becos e casario que nos tiram sorrisos e suspiros, sempre com a onipresente efígie do Castelo dos Templários ao alto.
E, para que aqueles que se acostumaram às nossas resenhas culinárias não pensem que em Tomar não se come e não se bebe, saibam que isto ocorre sim, e com galhardia.
Alternamos refeições rápidas - sandes, tostas (que são mistos quentes com mais personalidade e sabor), pregos e bifanas (churrasquinho de porco no pão) com ótimos jantares. Nos primeiros gastamos entre 6 e 7 euros e nos segundos entre 20 e 30, sempre para dois e incluindo bebidas e sobremesas. Tá ótimo.
Entre os locais que frequentamos para o restauro calórico destacamos: O Café Santa Iria e a Pastelaria Templária (para lanches rápidos) e os Restaurantes Nabão (primeiro Bacalhau a Nabão, depois borrego ensopado e semifrio de frutas silvestres) e Bela Vista (cabrito assado para mim e arroz de polvo para Helô e Fatias de Tomar para dividirmos na sobremesa). Em todos nos satisfizemos plenamente. Mas o Bela Vista é simplesmente de se comer rezando.
Para não sair da rotina, também escolhi o meu boteco preferido. O Covil dos Templários, onde me empanturrei de mini sagres e tremoços (estes cortesias)
No dia seguinte (hoje, sábado 17) antes de seguirmos para as praias de Setúbal, flagramos mais um Monumento Templário, o Catelo de Almourol, numa ilha granítica às margens do Tejo... caraca, é ofuscante de tão belo
#somostodostemplarios
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